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Eis uma bela arte do grande cartunista Tema, que ilustra de forma bem humorada, a necessidade de “chutar” grupos pelegos e governista (como a UJS, por exemplo) do movimento estudantil Fatecano.

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Publicado no Facebook em 07/03/2013

Sobraram autoritarismo, truculência e desorganização na segunda assembleia para construção do novo DCE unificado das Fatecs!

Ocorreu ontem, quarta-feira 06/03/2013, em Jundiaí, a segunda “assembleia” dos alunos das Fatecs, para construção do novo DCE (Diretório Central dos Estudantes) unificado das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo. Estavam presentes, supostos representantes de 22 Fatecs, de várias localidades no estado, dentre as quais: São Paulo, Jundiaí, Sorocaba, São Bernardo, Carapicuíba, Botucatu, entre outros.
Assim como no primeiro encontro, ocorrido em São Paulo (20/02/2013), novamente o autoritarismo, a truculência e a desorganização foram a tônica da reunião. O sujeito Arthur Miranda (Fatec São Bernardo), auto-intitulado Coordenador Geral da Assembleia, protagonizou mais um episódio lamentável no movimento estudantil Fatecano. A história foi dramática! Mas ela não é carroça abandonada numa beira da estrada. Vamos a ela…

1º Ato – Desorganização: Além do atraso para o inicio da reunião (os trabalhos deveriam iniciar às 19h30min, porém, começaram efetivamente por volta das 21h), o evento, realizado no auditório da Fatec Jundiaí, contou com sérios problemas de organização. O mais grave refere-se aos supostos representantes das 22 Fatecs que estavam presentes. Nenhum deles comprovou terem sido eleitos delegados pelos alunos de suas unidades, inclusive não houve nenhum tipo de identificação formal que atestasse que os presentes ao menos fossem alunos matriculados nessas Fatecs (novamente as forças ocultas?). O que prevaleceu foi a palavra, como nos bons e velhos tempos da Idade Média. Qualquer filho de Deus poderia chegar à assembleia e dizer que era o representante supremo, por exemplo, da Fatec de São Thomé das Letras… Cadê a legitimidade?
Também não houve respeito ao direito de manifestação dos que estavam presentes. Havia uma lista que disciplinava o direito a fala. Se alguém desejasse se manifestar, bastava se inscrever na lista e aguardar sua vez de falar. No entanto, esse dispositivo simples não foi respeitado. Pessoas falavam ao mesmo tempo, ninguém conseguiu se ouvir e, como se não bastasse, Arthur Miranda monopolizou o microfone e tagarelou mais que um rádio quebrado (ele é um Jô Soares!). Alguns alunos, num ato de protesto, deixaram o evento alegando que não tiveram voz ativa na assembleia.

2º Ato – Autoritarismo e truculência: Como era esperado, Arthur Miranda deu um show de autoritarismo à moda UJS (o braço “jovem” do PCdoB,Partido Comunista do Brasil). Para começar, ele se auto-intitulou Coordenador Geral da mesa diretora (a responsável por conduzir a reunião) e nomeou algumas pessoas para completá-la (esse é o jeitinho Miranda de fazer as coisas). Ele fez brotar, alguns minutos antes de começar os trabalhos, uma pauta de reunião e também distribuiu camisetas (compradas não sei como) com a estampa “Comissão Estatutária – DCE Fatec” (perceba a jogada psicológica, a força do simbolismo). Entretanto, o gesto de maior truculência ocorreu quando o Sr. Miranda tentou descer na goela dos presentes, um Regimento (escrito por ele mesmo e sem o conhecimento prévio de todos) regulamentador dos trabalhos da Comissão Estatutária.
A reação dos presentes foi contundente. Dissemos, mais uma vez, NÃO as manobras do Sr. Arthur Miranda! Como solução a todo esse angu, a mesa diretora sugeriu (por livre e espontânea pressão) uma proposta minimamente democrática: Ficou acordado que o tal Regimento será encaminhado para os representantes das Fatecs, esses por sua vez, encaminharão o documento às suas unidades, para que ele seja apreciado e reescrito no que for necessário. A leitura e aprovação do Regimento será no dia 13/04/2013 no campus da Fatec de Sorocaba.

Conclusão: Enfim, mais uma vez o famigerado Arthur Miranda, menosprezou a inteligência do movimento estudantil Fatecano! A cada dia que passa, ele perde mais e mais credibilidade entre estudantes das Fatecs. Não é com autoritarismo, jogo sujo e truculência, que conseguirmos construir uma entidade realmente democrática que represente os interesses de todos.