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Saiu no site da União Nacional dos Estudantes (UNE) uma nota recheada de mentiras sobre a fundação do DCE Fatec, ou DCE da UJS, como dizem alguns. Esse assunto sobre o DCE já está tão batido e a UNE/UJS já foi desmascarada tantas vezes, que não vale a pena nem publicar mais um post. Porém, como eu adoro desmascarar pelegos governistas, não vou deixar passar essa em branco. A nota segue abaixo junto com meus comentários, que estão em negrito. 

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ESTUDANTES DA FATEC FUNDAM DCE EM CONGRESSO INÉDITO

“No último dia 14/9, cerca de 120 pessoas se reuniram no 1º Congresso dos Estudantes Fatecanos, realizado na Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC), campus Barueri, para fundar o Diretório Central dos Estudantes da instituição.”

Cerca de 120 pessoas? Não creio nesse número. Gostaria muito de ver a ata com a assinatura e o RA de todos os Fatecanos presentes.

“O processo de formação do DCE teve início em março deste ano, englobando grandes atividades como assembleias gerais via vídeo conferência e reuniões presenciais que discutiram e construíram o conteúdo do estatuto do diretório acadêmico.”

Três mentiras deslavadas numa única frase! Primeiramente o processo de construção do DCE teve início em fevereiro desse ano, e não em março, como afirma a nota. Segundo, não houve reuniões para a construção de Estatuto do DCE. Ele já estava pronto desde o ano passado. Foi uma cópia mal feita do Estatuto do DCE da UNIFESP. Eu mesmo tive acesso pessoalmente ao documento, que estava circulando pela Fatec-SP desde 2012, nas mãos de um militante da UJS. E a terceira mentira é que não aconteceu conferencia online coisa nenhuma. Tudo não passou de uma embromação rasteira. Na verdade, a União da Juventude Socialista (UJS) tentou aprovar na marra, no dia 26/02/2013, na Fatec-SP, o estatuto de DCE através de uma “assembleia” realizada parcialmente pelo SKYPE (digo parcialmente, pois havia alguns alunos participando, que estavam realmente presentes, em carne e osso). Entretanto, os supostos Fatecanos que estavam conectados, participando da tal reunião online, eram, na realidade, os contatos registrados no SKYPE de um dos militantes da UJS, mais precisamente o Sr Athur Miranda. Esse estatuto, na época, não foi aprovado. Os militantes da UJS foram rechaçados e tiveram que abandonar, por hora, o plano de tomar de assalto o movimento estudantil Fatecano.

“Participaram do congresso a presidenta da UNE, Virgínia Barros, a presidenta da UEE-SP, Carina Vitral e representantes de cada uma das 56 unidades da FATEC espalhadas pelo estado de São Paulo.”

A UNE é aquela entidade estudantil governista, que costumar trocar os direitos adquiridos dos estudantes, por privilégios políticos e econômicos. Como esquecer que a UNE abriu mão de defender o benefício da meia entrada para shows e eventos culturais, outrora concedido a todos os estudantes, e agora limitado a 40% do total de ingressos? E fez isso para obter o monopólio do lucrativo negócio das emissões das carteirinhas estudantis. Como esquecer que a presidente da UNE, Virginia Barros, disse a besteira de que tal negociata ampliou “o espaço de participação do jovem” e o colocou como “protagonista na política”? Além disso, duvido muito que na assembleia de Barueri havia representantes de 56 unidades das Fatecs.  Cadê a ata com as assinaturas e o RAs dos participantes?

Para o diretor de Universidades Públicas da UEE-SP, Henrique Domingues, a fundação do DCE FATEC é um marco na história dos seus 64 mil estudantes. ‘’O DCE que agora foi fundado será responsável por ampliar a voz de todos e todas que buscam mais qualidade de ensino, mais infraestrutura, políticas de permanência, desenvolvimento de pesquisa e tecnologia ‘’, destacou.

Francamente eu não sei, e não quero saber, o que faz um diretor de Universidades Públicas da UEE-SP (União Estadual dos Estudantes de São Paulo). Mas considerando que tal diretor é o ilustre Sr Henrique Domingues, eu só posso concluir que sério, esse departamento não é. Quem conhece a figura (quem não conhece é só procurar no facebook) sabe bem do que estou falando. Se a qualidade, ou seja lá o que for, das faculdades e universidades do Estado de São Paulo, depender da competência administrativa desse cidadão, é melhor se matricular num boteco, ou num hospício. Garanto que estaremos em melhores mãos.

Com a instituição do DCE consolidada e seu estatuto aprovado, o próximo passo será a construção de um processo eleitoral para escolha de sua diretoria.

‘’A FATEC é uma das maiores instituições públicas do estado paulista, no entanto, pouco se investe em pesquisa e produção cientifica. A composição social da universidade é bem diferente da elitizada Universidade de São Paulo (USP). Na FATEC, mais de 60% dos estudantes são oriundos da escola pública. Esse abismo social entre as estaduais precisa mudar, queremos uma universidade por inteiro, com investimento, pesquisa, extensão, laboratórios e assistência estudantil. O DCE é mais uma ferramenta nessa luta’’, ressaltou a presidenta da UEE-SP, Carina Vitral.

Renata Bars

Como podemos ver, até numa pequena nota da UNE encontra-se mentiras e absurdos as pencas. O triste é que essa galera da micareta tomou de assalto o Movimento Estudantil Fatecano. Uma nova era de peleguismo governista se anuncia. É só esperar para ver…

Caros Fatecanos, alguns alunos militantes de partidos políticos e associações partidárias (mais precisamente, da União da Juventude Socialista [UJS], ligada ao PCdoB) estão organizados para criar, de forma autoritária, um novo DCE unificado das FATECs. Para quem não sabe, o DCE é Diretório Central dos Estudantes. Trata-se de uma entidade estudantil que, em tese, representa todos os alunos de uma instituição de Ensino Superior. Ele tem a função de, em tese, organizar e encaminhar as lutas estudantis.

Provavelmente, na próxima sexta, 06/09/2013 (confirmar no C.A.), será votado na FATEC-SP, numa assembleia geral, aberta a toda a comunidade discente da Faculdade, o ESTATUTO DO DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DAS FACULDADES DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO. Nesse documento contêm as regras que irão regulamentar as atividades do DCE FATEC.

Devemos tomar muito cuidado com o que iremos aprovar (ou não) nessa assembleia. Estamos vivenciando hoje, uma grande pressão por parte dos militantes da UJS, que estão determinados a controlar o movimento estudantil Fatecano, retirando-lhe toda a autonomia. O objetivo dos militantes é submeter os Centros Acadêmicos, Diretórios Acadêmicos e as Ligas Atléticas aos interesses partidários.

Segue abaixo uma lista com 13 motivos que justificam por que não devemos aprovar esse Estatuto do DCE FATEC.

  1. FATEC nas mãos dos Partidos: Os alunos que estão encabeçando a criação do DCE são, em sua maioria, militantes ativos da UJS (a União da Juventude Socialista [UJS], ligada ao PCdoB). Não devemos ser intolerantes com os partidos políticos, afinal, estamos numa democracia, no entanto o movimento estudantil deve ser autônomo e apartidário.
  2. UJS controla a UNE: A UJS detêm o controle da UNE (a União Nacional dos Estudantes) desde 1979. É sabido que a UNE se tornou uma entidade aparelhada pelos partidos da base do Governo Federal. Para se ter uma ideia, recentemente a UNE recebeu com bastante entusiasmo a aprovação do lamentável Estatuto da Juventude, que garante que o benefício da meia entrada para shows e eventos culturais, seja limitado a 40% do total de ingressos. Além disso, a UNE terá novamente o monopólio do lucrativo negócio das emissões das carteirinhas de estudantes.
  3. A UNE/UJS nunca apareceu nas FATECs: Onde estava a UNE/JUS quando o Centro Paula Souza sucateou (e ainda sucateia) as FATECs? E quando o CEETEPS determinou que até 20% dos cursos deveriam ser ministrados no esquema do EaD (Educação a Distância)? E quando reduziu a carga horária dos cursos para 2400 horas? E quando utiliza as FATECs como propaganda política? E quando precariza o trabalho dos professores e funcionários? E quando oferta cursos privados no espaço público? Alguém viu?
  4. A UNE/UJS já tentou aprovar esse Estatuto do DCE antes: É isso mesmo que você leu. Para quem não conhece essa vergonhosa história, saiba que a UNE/UJS já tentou aprovar esse Estatuto em fevereiro desse ano, numa assembleia (pasmem!) realizada parte presencial e parte online (pelo SKYPE mesmo!).  Foi o maior fiasco… Mesmo debaixo de ofensas, ameaças e xingamentos o verdadeiro movimento estudantil Fatecano conseguiu, na época, impedir a construção autoritária de um novo DCE.
  5. O DCE será burocratizado: O Estatuto do DCE FATEC, possui várias páginas falando de cargos e mais cargos para a diretoria. É diretor disso, daquilo e daquilo outro. Porém, não diz quase nada sobre os pontos mais importantes, que tratam das regras das ELEIÇÕES e da participação das FATECs. Possui obscura uma página e meia sobre as eleições. É um mistério…
  6. O Estatuto, no Artigo 3, viola o direito individual de livre associação, pois obriga TODOS os estudantes das FATECs à se associarem ao DCE, salvo aqueles que se manifestarem em contrário.
  7. O DCE é autoritário, pois no Artigo 5 do Estatuto (item “C”), obriga os estudante a RESPEITAR, DIVULGAR E SEGUIR AS DECISÕES DA DIRETORIA DO DCE. Nem preciso dizer que isso é inconstitucional.
  8. Retira a autonomia dos C.As e D.As na organização de suas eleições internas: O Artigo 13, parágrafo V, diz que a diretoria do DCE vai orientar e coordenar as eleições de Centros e Diretórios Acadêmicos das unidades, passando por cima das entidades locais.
  9. Proíbe oposição: No parágrafo único do Artigo 13 diz que os membros da diretoria devem cumprir as decisões, e em caso de desrespeito ou exposição vexatória, este membro poderá ser expulso do DCE.
  10. Retira a autonomia da liga das atléticas (LAF) sob a organização do InterFATEC. O Artigo 24 do estatuto autoriza que o diretor de esporte do DCE possa: construir o InterFATEC, escolher os representantes das atléticas nas unidades, realizar parcerias com governos e secretarias e captar recursos financeiros.
  11. Legaliza a fraude nas eleições: Nas miseras e obscuras uma página e meia que trata das eleições, o Estatuto diz, no Artigo 42, que as regras das eleições serão criadas por um tal presidente, de uma tal comissão eleitoral, quando ele bem entender. Pergunto, o que impede, digamos, que a cada eleição haja um regimento diferente? Ou que as regras das eleições sejam alteradas de acordo com os interesses do momento?
  12. Legaliza a fraude nas eleições II: O Artigo 43 diz que o Presidente da tal Comissão eleitoral poderá, ao seu bel prazer, anular votos e urnas durante os dias de votação. Acho que nem na ditadura militar aconteceu esse tipo de coisa.
  13. Não garante a representatividade: O Estatuto não garante que cada FATEC tenha a sua representação proporcional no DCE. Uma chapa formada numa única unidade, por exemplo, poderá ganhar as eleições e decidir em nome de todas as FATECs. Agora eu pergunto novamente, quem tem dinheiro e verba federal para ficar disputando eleições em todo o estado de São Paulo? Quem será que vai ganhar sempre? Quem tem mais chance, o aluno comum que estuda e quer melhorias para as FATECs ou o militante profissional, financiado por partidos?
Enfim, acho que os 13 motivos expostos acima, já são suficientes para exclarecer do porquê que não devemos aprovar essa pérola do autoritarismo em nossa unidade. Queremos um DCE sim, mas que seja democrático, participativo e que TODAS as FATECs sejam representadas. Somente assim, conseguiremos impedir que grupos militantes de partidos políticos nos utilizem como peças de xadrez nos seus jogos pelo poder.

Sob muita polêmica e discussões, foi realizada a 3ª reunião da Comissão Estatutária (entidade responsável por elaborar a Proposta do Estatuto do DCE das 56 FATECs de todo Estado de São Paulo)

 

Ocorreu em Sorocaba, no dia 13 de abril de 2013, a terceira assembleia para criação do DCE das Fatecs. O evento contou com a participação de representantes de 32 unidades das Fatecs, membros da Liga Atlética das Fatecs (LAF), alunos interessados e observadores de entidades estudantis.

Os trabalhos iniciaram-se a partir das 10h com o recolhimento da documentação comprobatória dos representantes de cada Fatec, cadastramento dos participantes e distribuição dos crachás de identificação aos presentes. Essa primeira etapa da reunião aconteceu sem maiores problemas, exceto pela confusão durante o recolhimento da documentação dos representantes da Fatec Carapicuíba*.

Após pausa para almoço, houve a leitura e a discussão da proposta de Regimento Interno da Comissão Estatutária, documento que organiza e regulamenta os trabalhos da Comissão.

Os debates seguiram acalorados, com diversos pontos de desentendimento e discordâncias entre os presentes. Praticamente todos os artigos do Regimento foram intensamente discutidos. Entretanto, o documento foi quase que inteiramente aprovado, com poucas modificações.

Destaque para a aprovação de um polêmico artigo (apelidado de lei da mordaça) que impede que alunos não delegados manifestem-se nas reuniões da Comissão Estatutária. Segundo alguns opositores do projeto, essa decisão evidenciou o caráter autoritário da Comissão, pois cerceia o direito de liberdade de expressão e livre manifestação do pensamento, direito garantido, inclusive, pela Constituição Federal.

Além da aprovação do Regimento, foi criado um Grupo de Trabalho responsável pela redação da proposta do Estatuto do DCE das Fatecs.

A Comissão Estatutária reunir-se-á novamente em assembleia, prevista para os dias 22 e 23 de junho, na Fatec Barueri, onde serão apresentados e discutidos os primeiros esboços do Estatuto do DCE.

 

Veja AQUI o Regimento da Comissão aprovado na última assembleia.

 

 

*Entenda o caso da Fatec Carapicuíba

Uma semana antes da reunião, a unidade de Carapicuíba realizou eleições internas para a escolha dos dois representantes (de que cada Fatec tem direito) na Comissão. Três chapas candidataram-se à disputa e a chapa “Os Valentes” (composta pelos alunos Jessé Souza e William Noronha) foi a grande vencedora das eleições, com 82,72% dos votos. Ao final da apuração, as três chapas assinaram documentos atestando a legitimidade do processo eleitoral.

Descontente com o resultado, mesmo tendo sido derrotado nas urnas, o representante de uma das chapas perdedora, Luis Fabiano, solicitou o cancelamento das eleições, alegando que esta fora realizada de maneira ilegítima. Ele recolheu assinaturas de alunos para um abaixo-assinado, reivindicando o direito de sua chapa, “Em Prol dos Fatecanos”, ser a única e exclusiva representante da Fatec Carapicuíba na Comissão Estatutária.

De volta à reunião em Sorocaba, a mesa credenciadora avaliou a situação das duas chapas (a terceira chapa, “I.R.”, absteve-se da confusão e não compareceu) e declarou que ambas eram legítimas (ainda que, por bom senso, assinaturas numa lista não sobreponham-se a eleições democráticas). Em tom de omissão, a mesa sugeriu um acerto aos dois grupos. Não houve acordo, e a disputa foi parar na Assembleia da Comissão, onde ambos os grupos tiveram 3 minutos para explicar o caso.

Após as explicações, a mesa encaminhou novamente uma proposta, desta vez, para que fosse votada pela assembleia: propôs uma composição formada por um delegado de cada uma das duas chapas, desconsiderando a eleição soberana da Fatec de Carapicuíba e a esmagadora vitória nas urnas pela chapa “Os Valentes”. Mesmo sendo clara a arbitrariedade da proposta, a maioria dos delegados votou “Sim”.

Muitos participantes ficaram com a impressão de que a mesa forçou uma situação favorável à chapa derrotada, pois o aluno da chapa perdedora, Luis Fabiano, é aliado político do grupo de estudantes que estão encabeçando a Comissão Estatutária. Esses estudantes, em sua maioria, são filiados à União da Juventude Socialista (UJS), o braço jovem do PCdoB.

Os alunos prejudicados da Fatec de Carapicuíba prometeram recorrer da decisão.

Publicado no Facebook em 07/03/2013

Sobraram autoritarismo, truculência e desorganização na segunda assembleia para construção do novo DCE unificado das Fatecs!

Ocorreu ontem, quarta-feira 06/03/2013, em Jundiaí, a segunda “assembleia” dos alunos das Fatecs, para construção do novo DCE (Diretório Central dos Estudantes) unificado das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo. Estavam presentes, supostos representantes de 22 Fatecs, de várias localidades no estado, dentre as quais: São Paulo, Jundiaí, Sorocaba, São Bernardo, Carapicuíba, Botucatu, entre outros.
Assim como no primeiro encontro, ocorrido em São Paulo (20/02/2013), novamente o autoritarismo, a truculência e a desorganização foram a tônica da reunião. O sujeito Arthur Miranda (Fatec São Bernardo), auto-intitulado Coordenador Geral da Assembleia, protagonizou mais um episódio lamentável no movimento estudantil Fatecano. A história foi dramática! Mas ela não é carroça abandonada numa beira da estrada. Vamos a ela…

1º Ato – Desorganização: Além do atraso para o inicio da reunião (os trabalhos deveriam iniciar às 19h30min, porém, começaram efetivamente por volta das 21h), o evento, realizado no auditório da Fatec Jundiaí, contou com sérios problemas de organização. O mais grave refere-se aos supostos representantes das 22 Fatecs que estavam presentes. Nenhum deles comprovou terem sido eleitos delegados pelos alunos de suas unidades, inclusive não houve nenhum tipo de identificação formal que atestasse que os presentes ao menos fossem alunos matriculados nessas Fatecs (novamente as forças ocultas?). O que prevaleceu foi a palavra, como nos bons e velhos tempos da Idade Média. Qualquer filho de Deus poderia chegar à assembleia e dizer que era o representante supremo, por exemplo, da Fatec de São Thomé das Letras… Cadê a legitimidade?
Também não houve respeito ao direito de manifestação dos que estavam presentes. Havia uma lista que disciplinava o direito a fala. Se alguém desejasse se manifestar, bastava se inscrever na lista e aguardar sua vez de falar. No entanto, esse dispositivo simples não foi respeitado. Pessoas falavam ao mesmo tempo, ninguém conseguiu se ouvir e, como se não bastasse, Arthur Miranda monopolizou o microfone e tagarelou mais que um rádio quebrado (ele é um Jô Soares!). Alguns alunos, num ato de protesto, deixaram o evento alegando que não tiveram voz ativa na assembleia.

2º Ato – Autoritarismo e truculência: Como era esperado, Arthur Miranda deu um show de autoritarismo à moda UJS (o braço “jovem” do PCdoB,Partido Comunista do Brasil). Para começar, ele se auto-intitulou Coordenador Geral da mesa diretora (a responsável por conduzir a reunião) e nomeou algumas pessoas para completá-la (esse é o jeitinho Miranda de fazer as coisas). Ele fez brotar, alguns minutos antes de começar os trabalhos, uma pauta de reunião e também distribuiu camisetas (compradas não sei como) com a estampa “Comissão Estatutária – DCE Fatec” (perceba a jogada psicológica, a força do simbolismo). Entretanto, o gesto de maior truculência ocorreu quando o Sr. Miranda tentou descer na goela dos presentes, um Regimento (escrito por ele mesmo e sem o conhecimento prévio de todos) regulamentador dos trabalhos da Comissão Estatutária.
A reação dos presentes foi contundente. Dissemos, mais uma vez, NÃO as manobras do Sr. Arthur Miranda! Como solução a todo esse angu, a mesa diretora sugeriu (por livre e espontânea pressão) uma proposta minimamente democrática: Ficou acordado que o tal Regimento será encaminhado para os representantes das Fatecs, esses por sua vez, encaminharão o documento às suas unidades, para que ele seja apreciado e reescrito no que for necessário. A leitura e aprovação do Regimento será no dia 13/04/2013 no campus da Fatec de Sorocaba.

Conclusão: Enfim, mais uma vez o famigerado Arthur Miranda, menosprezou a inteligência do movimento estudantil Fatecano! A cada dia que passa, ele perde mais e mais credibilidade entre estudantes das Fatecs. Não é com autoritarismo, jogo sujo e truculência, que conseguirmos construir uma entidade realmente democrática que represente os interesses de todos.

Publicado no Facebook em 22/02/2013.

O movimento estudantil conseguiu impedir a construção autoritária de um novo DCE. A leitura e aprovação de seu estatuto ocorreriam numa assembleia (semipresencial/online pelo MSN mesmo!) marcada para esta última quarta-feira (20/02/2012), na sede do Centro Paula Souza.

Essa manobra foi encabeçada por uma estranha “coligação”, formada por iluminados, oportunistas políticos, carreiristas de entidades estudantis e CEETEPS. Um dos principais articuladores desse projeto nefasto é o conhecido carreirista Arthur Miranda, suposto membro da UNE, UEE e UJS. Lembrando que esta última é o braço “jovem” do PCdoB (Partido Comunista do Brasil). A UJS é amplamente conhecida por seus métodos autoritários e centralizadores. O famigerado Arthur Miranda, junto ao seu guru da UEE (o comunista de I Phone, devoto do Steve Jobs), mais meia dúzia de gatos pingados da UJS, subestimaram a inteligência e a capacidade de mobilização do movimento estudantil Fatecano, caíram do cavalo…

No circo montado pelo Mirandinha estavam presentes (em carne e osso) os representantes das da Fatecs SP/Carapicuíba e outros supostos “representantes” de outras Fatecs, conectados no MSN do Arthurzinho (seriam eles forças ocultas?).

Enfim, mesmo debaixo de ofensas, ameaças e xingamentos pelos visionários da UNE, UEE e UJS, os que estavam de corpo presente na “assembleia” impediram o golpe.

Dissemos NÃO! NÃO ao projeto autoritário da construção do novo DCE! NÃO ao pelego Arthur Miranda! NÃO aos que tentaram nos usar como massa de manobra! Provamos que o movimento estudantil Fatecano tem força, que continua vivo.

Também decidimos, para o dissabor da UJS, que será criada uma Comissão Estatutária (onde cada unidade da Fatec terá direito a dois representantes) responsável pela criação, discussão e divulgação do Estatuto do Diretório Central dos Estudantes. A primeira reunião da Comissão será em 20 de março de 2013, na Fatec de Jundiaí.

Em tempo: Nesse circo também teve gente que chorou. Entrou Arthur e saiu Mirandinha…